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À laia de apontamento...o São Jorge

À laia de surpresa de Natal, tinha na caixa do correio, uma foto, oferecida por pessoa Amiga, apaixonada por navios, a quem o São Jorge muito diz.
Sabendo que, para mim, o navio em causa também tem um significado forte, por isso, ma enviou.
É sempre agradável receber a fotografia de um afilhado, de há longa data, que rasgou as águas da ria, a 10 de Março de 1956, construído na Gafanha da Nazaré pelo Mestre Manuel Maria Mónica, para Testa & Cunhas, Lda.
Trata-se de uma fotografia curiosa, meia perdida pelas bancas de um alfarrabista de Lisboa, do navio fundeado com os dois ferros de escacha (boa manobra para as amarras não se enrolarem uma na outra, com o virar da maré) em Lisboa, completamente carregado de sal, à chegada de Setúbal.
Esta fotografia deve ser de 1963, ou anterior, porque o navio só tem uma antena de radar "DECCA", do lado de bombordo, já que, em 1964, salvo o erro, foi-lhe instalado mais um radar italiano com a antena do lado de estibordo, marca "TERMA".
O São Jorge foi vendido à Empresa de Pesca Manuel das Neves, Lda., para a campanha de 1972.
Naufragou, de regresso dos Bancos, por incêndio e explosão, a 22 de Julho de 1974, tendo sido a tripulação salva pelo “gémeo” Novos Mares, comandado pelo Sr. Capitão António de Morais Pascoal.
Agradeço a gentileza, e, à laia de apontamento… publico o post.Ílhavo, 1 de Dezembro de 2009
Ana Maria Lopes

Fonte: Marintimidades

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