O assoreamento detectado no prolongamento do molhe Norte da entrada do Porto de Aveiro motivou "um aviso à navegação" emitido pela Capitania do Porto de Aveiro.
A autoridade marítima adverte a navegação que demanda o porto a contactar os serviços de pilotagem. "As embarcações que entrem na Barra sem piloto a bordo devem fazê-lo sempre pelo sul do enfiamento de entrada do Porto", refere o aviso divulgado esta tarde.
Fonte: Terra Nova
Joana Maluca 3
Depois deste grande interregno nas publicações sobre a Joana Maluca, aqui estamos de volta com a história desta grande mulher. para recordar as publicações anteriores, pode consultar aqui, aqui e aqui.
Os anos corriam. A sua casa progride, faz-se, e chega a ser a mais abastada do lugar. Os respeitos multiplicam-se, crescem sempre na constância dos dois matrimonios, na viuvez, sempre, até à morte. Mas no curso da vida há sempre um parêntese que corta o seu deslizar majestoso e suave. A Parca terrível visita a sua morada, e num safanão cruel, ceifa-lhe o marido. Cercada de numerosa prole, devia ser duro o golpe que acabava de sofrer. Parece, porem, que os crepes da viuvez bem cedo lhe emolduraram o rosto varonil, pois que em 1836 nos aparece já a "Joanna Rosa de Jesus autorizada por seu marido António dos Santos Pata," (seu segundo marido), a contratar com outros inquilinos o aforamento da quinta do Mato do Feijão. Sempre a Mulher forte, varonil, na direcção e administração da sua casa!
Em 1838 reúne-se em Vagos o conselho de família para emancipar uma das suas duas últimas filhas gémeas, a Ana, órfã de pai. Também temos presente um recibo de pagamento das custas do inventário pelo falecimento de seu primeiro marido, passado em 1843, que diz o seguinte: "Recebi do Snr. António dos Santos Pata a quantia de 1$560. São mil quinhentos e secenta reis emporte das custas das contas que se tomarão no inventário de José Domingues da graça de que o mesmo hé tutor. Vagos 5 de Fever.º de 1843. Manuel José Pinto Camello Coelho."
17/01/2012 Obra de prolongamento do molhe Norte e melhoria do acesso marítimo ao porto de Aveiro já começou
A obra de prolongamento do molhe Norte já arrancou e a contestação ao concurso em tribunal não interrompeu o arranque dos trabalhos. É uma obra considerada prioritária para o futuro da acessibilidade marítima. Trata-se de um investimento de 26 milhões de euros nas obras de dragagem e prolongamento do Molhe Norte com fundos da Administração do Porto de Aveiro e fundos comunitários.
Com a obra será permitido alargar a operação do porto com navios acima dos 150 metros de comprimento até um máximo de 200 metros. José Luís Cacho confirma o avanço da obra com camiões no terreno, transporte de pedra e colocação de guindastes em São Jacinto.
“A obra já começou em Dezembro. Foi feita a consignação em dezembro e os trabalhos estão a decorrer dentro da normalidade. O processo segue trâmites legais normais e não há nada a dizer sobre isso”, referiu, de forma lacónica, o administrador do Porto de Aveiro.
A estrutura retoma a normalidade das operações. Depois da greve de estivadores, ontem já foi dia de cargas e descargas. Pelo menos três navios estavam atracados no terminal Norte. José Luís Cacho fala de um prejuízo direto para o porto de 250 mil euros e outros prejuízos para empresas que operam com recurso ao porto de Aveiro.
“Esperemos que com este processo se consiga resolver definitivamente o problema de sustentabilidade da ETP e que permita ao porto de Aveiro regressar aos tempos de crescimento e aumentar a competitividade. Esse capital e confiança ganha-se com o tempo. Acredito que vai demorar algum tempo mas dentro de meses esse capital pode começar a notar-se no porto de Aveiro”.
O administrador do Porto de Aveiro vê sinais positivos quanto à possível viabilização da ETP.
Fonte: Terra Nova
Com a obra será permitido alargar a operação do porto com navios acima dos 150 metros de comprimento até um máximo de 200 metros. José Luís Cacho confirma o avanço da obra com camiões no terreno, transporte de pedra e colocação de guindastes em São Jacinto.
“A obra já começou em Dezembro. Foi feita a consignação em dezembro e os trabalhos estão a decorrer dentro da normalidade. O processo segue trâmites legais normais e não há nada a dizer sobre isso”, referiu, de forma lacónica, o administrador do Porto de Aveiro.
A estrutura retoma a normalidade das operações. Depois da greve de estivadores, ontem já foi dia de cargas e descargas. Pelo menos três navios estavam atracados no terminal Norte. José Luís Cacho fala de um prejuízo direto para o porto de 250 mil euros e outros prejuízos para empresas que operam com recurso ao porto de Aveiro.
“Esperemos que com este processo se consiga resolver definitivamente o problema de sustentabilidade da ETP e que permita ao porto de Aveiro regressar aos tempos de crescimento e aumentar a competitividade. Esse capital e confiança ganha-se com o tempo. Acredito que vai demorar algum tempo mas dentro de meses esse capital pode começar a notar-se no porto de Aveiro”.
O administrador do Porto de Aveiro vê sinais positivos quanto à possível viabilização da ETP.
Fonte: Terra Nova
17/01/2012 GD Gafanha, Ovarense, Sanjoanense e Vagos discutem o título distrital de juniores femininos
No próximo fim-de-semana, dias 20, 21 e 22 de Janeiro de 2012, vai realizar-se no Pavilhão Municipal de Vagos e no Pavilhão Municipal de Oliveira de Bairro a Fase Final Distrital do escalão de Sub-19 (Juniores) Femininos. Nesta competição vai decidir-se a atribuição do titulo de Campeão Distrital.
Vão defrontar-se as equipas do GD Gafanha (na foto), Vagos, Sanjoanense e Ovarense.
Fonte: Terra Nova
Vão defrontar-se as equipas do GD Gafanha (na foto), Vagos, Sanjoanense e Ovarense.
Fonte: Terra Nova
16/01/2012 Novos passadiços na Barra vão custar 350 mil euros para usar em 2013
A administração hidrográfica do centro tem garantia de financiamento para a renovação dos passadiços na praia da Barra que vão ser recuperados em 2012 com mudança de localização. Ficarão a poente da duna, do lado do mar, com vista para a praia. É uma forma de combater os efeitos da erosão e evitar o enterramento dos passadiços com a deslocação de areias.
Ribau Esteves diz que é um passo importante mas lamenta a falta de agilidade no processo que vai empurrar a obra para final do ano. “Foi candidatado a fundos comunitários e a candidatura aprovada. Construção de novos passadiços tornou-se necessária a partir do verão do ano passado. Estamos a aguardar que o Ministério das Finanças vise o processo. Infelizmente é mais um processo que tem carácter de urgência mas o afunilamento em que tudo tem que ir a visto das finanças está a criar um garrote à administração.
Essa obra deverá custar 350 mil euros e tem um co-financiamento de 75 por cento a fundo perdido. A outra parte será divida por Câmara de Ílhavo e Ministério do Ambiente. As obras deverão ficar concluídas depois do final da época estival a tempo de inaugurar no dia 1 de Janeiro de 2013.
Novos passadiços na praia da Barra e uma praceta sem carros à entrada do molhe sul. Ribau Esteves explica que esse espaço vai funcionar como início do paredão a partir da avenida João Corte Real. “Dar esta zona aos peões garantindo o acesso automóvel às habitações e unidades comerciais e competências que é preciso manter para a gestão do paredão. Há um corredor que tem que manter acesso à praia para grandes estruturas que sejam necessárias”.
A transformação da praceta deverá custar 200 mil euros.
Fonte: Terra Nova
Ribau Esteves diz que é um passo importante mas lamenta a falta de agilidade no processo que vai empurrar a obra para final do ano. “Foi candidatado a fundos comunitários e a candidatura aprovada. Construção de novos passadiços tornou-se necessária a partir do verão do ano passado. Estamos a aguardar que o Ministério das Finanças vise o processo. Infelizmente é mais um processo que tem carácter de urgência mas o afunilamento em que tudo tem que ir a visto das finanças está a criar um garrote à administração.
Essa obra deverá custar 350 mil euros e tem um co-financiamento de 75 por cento a fundo perdido. A outra parte será divida por Câmara de Ílhavo e Ministério do Ambiente. As obras deverão ficar concluídas depois do final da época estival a tempo de inaugurar no dia 1 de Janeiro de 2013.
Novos passadiços na praia da Barra e uma praceta sem carros à entrada do molhe sul. Ribau Esteves explica que esse espaço vai funcionar como início do paredão a partir da avenida João Corte Real. “Dar esta zona aos peões garantindo o acesso automóvel às habitações e unidades comerciais e competências que é preciso manter para a gestão do paredão. Há um corredor que tem que manter acesso à praia para grandes estruturas que sejam necessárias”.
A transformação da praceta deverá custar 200 mil euros.
Fonte: Terra Nova
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