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25/01/2012 Clube Náutico da Boca da Barra estreia-se em Cascais em provas de vela

É um novo clube náutico no concelho de Ílhavo. O Clube Náutico da Boca da Barra (CNBB) iniciou em Cascais a sua época de regatas de 2012 na classe laser com 8 atletas presentes numa prova que contou com os expoentes máximos da classe. A equipa ilhavense competiu nas 3 modalidades da classe, laser Standard, laser Radial e laser 4.7.
Nos laser´s standard , onde está em jogo o apuramento para os Jogos Olímpicos, Renato Conde competiu ao lado dos melhores velejadores nacionais entre figuras como Gustavo Lima e Francisco Lobato.
Nos Radiais participaram 4 atletas numa frota de cerca de 25 embarcações onde Jorge Paula se classificou na 7ª posição com Francisco Natal em 14º , Pedro Carvalho em 15º e André Monteiro em 24º. Os 3 primeiros atletas foram os melhores da Zona Norte.
Quanto aos 4.7 , que representavam a maior frota da regata com 51 barcos, António Amaral em 17º , Bruno Pinheiro em 20º e Afonso Lau em 29º foram os participantes.
O Clube Náutico da Boca da Barra está a utilizar instalações provisórias cedidas pela APA no porto de pesca costeira. “Apesar de muito jovem os seus membros sempre estiveram ligados a este género de atividades bem como os seus atletas que já representam a modalidade de vela há alguns anos”.
A prática da vela de formação e, sobretudo, de competição, procura aproximar a sociedade da região e do país a esta prática.

Fonte: Terra Nova

25/01/2012 Luís Oliveira Santos prepara livro sobre o que resta das antigas secas de bacalhau

Luís Oliveira Santos quer acabar, em breve, o projeto de um livro dedicado ao que resta das antigas secas de bacalhau em Portugal. O fotógrafo ilhavense iniciou o levantamento há alguns anos e diz que não se trata de um sinal de protesto. Antes a captação da plasticidade de algumas imagens que fazem parte da história. Explica que convidou o diretor do Museu Marítimo de Ílhavo para assumir a parte documental da obra “o mar ausente”.
“É um trabalho sobre a arqueologia industrial das secas de bacalhau. É um trabalho que tenho vindo a fazer ao longo dos últimos anos de tudo o que existe neste momento sobre secas. O dr. Álvaro Garrido vai fazer uma parte de contextualização e eu a parte fotográfica. Quando as fotos estiverem concluídas a ideia é juntar contributos para o tal livro”.
Luís Oliveira Santos em entrevista ao programa “Conversas” explica que o projeto começou com fotografias numa antiga seca em São Jacinto que agora está em ruínas.
“Este trabalho começou numa seca em S. Jacinto , com interior demolido. Ficaram as paredes e o exterior recebeu umas infraestruturas para uma urbanização. Há ali uma beleza gráfica nas ruínas e nos azulejos que revestem as paredes. A fotografia pode perpetuar e deixar isso como memória de uma indústria que se transformou”.
Entrevista de Luís Oliveira Santos, fotógrafo, arquiteto e professor no ensino secundário, para ouvir às 19h00.

Fonte: Terra Nova

24/01/2012 Presidente do Gafanha continua a acreditar na subida

O presidente do Gafanha diz que não perdeu a esperança na subida de divisão mesmo depois da derrota caseira com o Paivense e o alargamento para seis pontos da diferença para o segundo. Clemente Casqueira admite que é difícil chegar ao primeiro lugar mas aposta na subida à segunda posição. Diz que as opções de subida são válidas mesmo depois da derrota com o Paivense por 1-0. “O primeiro lugar está complicado mas o Gafanha tem estado entre os quatro primeiros. Estamos perto do 2º lugar e estou convencido que se subirem dois essa posição estará ao nosso alcance”, revela o dirigente esperançado em discutir o segundo lugar na I divisão distrital.
O dirigente, entrevistado no programa “Segunda Parte”, admitiu orgulho por estar a trabalhar a recuperação financeira e manter um lugar de destaque na classificação. “Queria mais mas estão a corresponder. Tínhamos a ideia de colocar as contas do clube a zero. É difícil regularizar contas e ter plantéis caros. Os da frente têm orçamentos que são 3 e 4 vezes superiores. Estarmos a lutar por essas posições é honroso”.

Fonte: Terra Nova

24/01/2012 Acordo aceite por estivadores limita remunerações ao volume de faturação mensal da ETP

O pagamento das remunerações dos estivadores vai ficar limitado ao volume de faturação mensal que a Empresa de Trabalho Portuário venha a registar. É uma das condições do acordo alcançado e que vai vigorar enquanto não for definido o plano de viabilização da ETP a entregar em Março.
Informação confirmada pelo administrador de insolvência da Empresa de Trabalho Portuário que afasta, de imediato, o cenário de greve no Porto de Aveiro e compromete as empresas de estiva a não desviarem cargas.
"Em termos genéricos, o acordo visa acautelar que neste período transitório, até à apreciação, votação e homologação do Plano de Insolvência com vista à recuperação da empresa, não à dívidas para a massa insolvente que esta não possa pagar", explicou José Gonçalves. A proposta de acordo foi aprovada em plenário de trabalhadores no fim-de-semana e implica para as duas empresas de estiva associadas da ETP o compromisso de utilizar o Porto de Aveiro em todas as cargas que a ele se destinem.
“São condições de sustentabilidade económico-financeira pelo menos nesta fase até à eventual apresentação de um plano de recuperação. É importante a garantia de que os clientes vão continuar a utilizar a empresa e que há trabalho para pagar os encargos”, disse José Gonçalves à LUSA.
Cumpridas as condições mais urgentes, José Gonçalves, o administrador da massa insolvente, vai tratar agora do plano de viabilização.
Os trabalhadores, que paralisaram o porto de Aveiro durante uma semana, no inicio do mês, arrastando, por solidariedade, outros portos nacionais, guardam para esta terça-feira um comunicado sobre o momento atual da empresa de estiva.
Um conflito laboral que dizem ser a antecâmara da liberalização do setor em Portugal, indo ao encontro de medidas impostas pela Troika.

Fonte: Terra Nova

23/01/2012 GD Gafanha lança campanha de renumeração de sócios

O GD Gafanha está a desenvolver uma campanha de renumeração de sócios. Diz que chegou a hora de atualizar ficheiros uma vez que há muitos sócios já falecidos e outros com quotas em atraso há muito tempo. A direção liderada por Clemente Casqueira lançou esta campanha para atualizar dados e garante que está preparada para responder aos sócios que pretendam manter os seus números. Campanha que será desenvolvida até final de Fevereiro.

Fonte: Terra Nova

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