Manuel Misca, produtor piscícola, defende o alargamento da área de produção de bivalves na ria de Aveiro. Os factores que condicionaram, em tempos, a ria, à produção de bivalves, como, áreas contaminadas, "já foram eliminados", na perspectiva de Manuel Misca.
Seria agora, "tempo de alargar a produção a outras áreas da ria". Ideias defendidas no contexto do projecto “Conversas em Rede” promovido no Concelho de Ílhavo.
"Só podemos semear os bivalves em pequenas zonas, num espaço muito curto, temos uma zona de praia muito modificada, a ria está diferente 80 por cento do que estava há dez anos, pela desgraça da corrente das águas, portanto existem novas zonas para a produção de bivalves o que daria mais trabalho às pessoas ou a industriais que pretendessem investir, mas não o podem fazer porque é ilegal e não se compreende esta limitação, não tem razão de ser", disse.
Fonte: Terra Nova
09/05/2012 Designer da Gafanha da Nazaré ganha projeção com modelos únicos de bicicletas
Um designer da Gafanha da Nazaré que concebe modelos únicos de bicicletas diz que continua a resistir à industrialização porque quer manter as bicicletas como obra de arte. Noca Ramos admite que tem conseguido reconhecimento um pouco por todo o mundo mas quer continuar apenas como criador de bicicletas.
“O mundo é pequeno e cada vez mais pequeno. Comecei a ser contactado por pessoas de várias partes do mundo quando quando perceberam que eram projetos feitos por mim e não uma de várias, feitas em série. Aí há muitas gente a fazer bicicletas. Nunca fiz uma bicicleta igual. Desenvolvo geometria, ângulos, comprimentos e alturas pensando em todo o processo. Gosto de participar o máximo possível na construção, da pintura ao quadro. A realização de pedalar numa coisa que resultou do que eu imaginei é maior do que chegar a uma loja e comprar uma bicicleta feita”, adianta Noca Ramos designer formado na Universidade de Aveiro que tem formação em arquitectura.
Sobre os hábitos dos aveirenses, admite que gozam de condições de terreno boas para o uso da bicicleta mas desfavoráveis se analisar a organização do espaço público. Confessa que as sociedades nórdicas são exemplo porque pensam o espaço para os usos do dia-a-dia em que cidadãos comuns e classe política vagueiam pelas ruas nas suas rotinas diárias.
Para o cidadão da Gafanha da Nazaré, habituado a usar a bicicleta, esta mudança é, ainda, mais urgente pela dificuldade em encontrar corredores de segurança.
“A avenida está cheia de buracos ou porque foi alcatroada muitas vezes ou por causa das tampas de saneamento temos que andar sempre às curvas. Para a avenida defendo um único sentido de trânsito e perceber quais as paralelas ou oblíquas que resolvessem o sentido contrário. Dessa maneira era possível ganhar passeios e áreas para bicicletas. Era surreal para a vivência do espaço e isso traz gente para a rua. Nos países nórdicos isso vê-se”.
Noca Ramos numa entrevista para ouvir a partir das 19h00.
Fonte: Terra Nova
“O mundo é pequeno e cada vez mais pequeno. Comecei a ser contactado por pessoas de várias partes do mundo quando quando perceberam que eram projetos feitos por mim e não uma de várias, feitas em série. Aí há muitas gente a fazer bicicletas. Nunca fiz uma bicicleta igual. Desenvolvo geometria, ângulos, comprimentos e alturas pensando em todo o processo. Gosto de participar o máximo possível na construção, da pintura ao quadro. A realização de pedalar numa coisa que resultou do que eu imaginei é maior do que chegar a uma loja e comprar uma bicicleta feita”, adianta Noca Ramos designer formado na Universidade de Aveiro que tem formação em arquitectura.
Sobre os hábitos dos aveirenses, admite que gozam de condições de terreno boas para o uso da bicicleta mas desfavoráveis se analisar a organização do espaço público. Confessa que as sociedades nórdicas são exemplo porque pensam o espaço para os usos do dia-a-dia em que cidadãos comuns e classe política vagueiam pelas ruas nas suas rotinas diárias.
Para o cidadão da Gafanha da Nazaré, habituado a usar a bicicleta, esta mudança é, ainda, mais urgente pela dificuldade em encontrar corredores de segurança.
“A avenida está cheia de buracos ou porque foi alcatroada muitas vezes ou por causa das tampas de saneamento temos que andar sempre às curvas. Para a avenida defendo um único sentido de trânsito e perceber quais as paralelas ou oblíquas que resolvessem o sentido contrário. Dessa maneira era possível ganhar passeios e áreas para bicicletas. Era surreal para a vivência do espaço e isso traz gente para a rua. Nos países nórdicos isso vê-se”.
Noca Ramos numa entrevista para ouvir a partir das 19h00.
Fonte: Terra Nova
08/05/2012 Armadores querem menos lotas abertas. Pescadores pedem mais fiscalização sobre venda fora da lota
Mais fiscalização, disciplinar a pesca desportiva, legalizar a ação da pesca de mergulho, licenciar novas áreas de incubação para bivalves, reduzir o número de postos de venda de peixe (menos lotas), melhorar os sistemas de leilão, concentrar a oferta, incentivar o exercício do direito de preferência da Docapesca nalgumas espécies depreciadas, incentivo à economia formal, combate à economia informal e a defesa de marcas regionais no pescado foram alguns dos aspetos abordados no encontro “Conversas em Rede” que, hoje, decorreu no navio Museu Santo André.
Iniciativa da Docapesca que vai percorrer zonas costeiras de todo o país como forma de auscultar os agentes do setor. “Há vários desafios sobre a estrutura e a organização”, resumiu José Apolinário, presidente da administração da Docapesca sobre o encontro que promove o “Comprovativo de Compra em Lota”.
Iniciativa da Docapesca que vai percorrer zonas costeiras de todo o país como forma de auscultar os agentes do setor. “Há vários desafios sobre a estrutura e a organização”, resumiu José Apolinário, presidente da administração da Docapesca sobre o encontro que promove o “Comprovativo de Compra em Lota”.
08/05/2012 Mestre de barco de pesca evacuado após doença súbita
A Polícia Marítima apoiou, ao final desta manhã, a evacuação do mestre de uma embarcação de pesca que foi acometido de doença súbita, possivelmente do foro cardíaco, em alto mar.
A lancha rápida levou também um socorrista dos Bombeiros de Ílhavo até ao arrastão que andava na faina, a 2 milhas da costa. O alerta foi dado pelas 11h30. Depois da lancha regressar a terra, onde foi estabilizado pelo INEM, o pescador foi transportado por uma ambulância ao Hospital de Aveiro onde permaneceu em observações, tudo indica, livre de perigo.
Fonte: NA
A lancha rápida levou também um socorrista dos Bombeiros de Ílhavo até ao arrastão que andava na faina, a 2 milhas da costa. O alerta foi dado pelas 11h30. Depois da lancha regressar a terra, onde foi estabilizado pelo INEM, o pescador foi transportado por uma ambulância ao Hospital de Aveiro onde permaneceu em observações, tudo indica, livre de perigo.
Fonte: NA
07/05/2012 I Divisão da AFA: GD Gafanha vence P. Brandão, (3-0)
O GD Gafanha derrotou esta tarde na Gafanha da Nazaré o Paços de Brandão, (3-0), em jogo da 31.ª jornada da I Divisão da AFA. Os gafanhenses continuam no 5.º lugar da classificação geral com 56 pontos. O líder, Estarreja (76 pts), venceu na Mealhada, (1-3). Na próxima jornada o Gafanha jogará em Lourosa.
Fonte: Terra Nova
Fonte: Terra Nova
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